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Refloresta Brasil - Programa para o Incentivo ao Reflorestamento

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O Programa

 

Incentivo ao Reflorestamento através  da    Implantação

de   CERADS  -  Centros  Estaduais  de  Referencia      para

Produção de Mudas e Recuperação de Áreas Degradadas.

 

O Programa Refloresta Brasil é uma tecnologia socioambiental criada pelo Instituto Lótus em  atendimento às suas prerrogativas estatutárias de OSCIP - Organização da Sociedade Civil de Interesse Público,  a partir da detecção de importante demanda ambiental visando o  aumento significativo de área de florestas em diferentes estados da Federação pelo abastecimento de mudas  e considerando a implantação de floresta com alta diversidade de espécies nos diferentes biomas.

 

Nestas unidades regionais, denominadas CERADs - Centros Estaduais para Recuperação de Áreas Degradadas,   instaladas em áreas estratégicas de cada Estado, de modo a permitir a operacionalidade e eficiência da proposta, deverão ser implantados Centros de Produção de Sementes e Mudas com alta tecnologia, capazes de suprir a necessidade de reflorestamento em cada região, respeitando-se as peculiaridades de cada ecossistema.

 

Entre os objetivos, os CERADs poderão prever a produção de ampla diversidade de espécies, inclusive  frutíferas,  visando o enriquecimento de áreas reflorestadas, bem pode servir para a produção de mudas para o atendimento a demandas dos órgãos ambientais, além de contemplar a  manutenção de um espaço privilegiado para o desenvolvimento de pesquisas, ações de educação ambiental e projetos vinculados a programas locais de cunho socioambiental contemplando-se suas peculiaridades socioculturais.

 

Os CERADs

 

Os Centros de Referência para Produção de Mudas e Recuperação de Áreas Degradadas (CERADs) são unidades estaduais de apoio a projetos e trabalhos que visam Recuperação de Áreas Degradadas (RAD) e reflorestamento heterogêneo.

 

Trata-se de “unidades” devidamente estruturadas cuja proposta é o apoio a trabalhos de RAD e reflorestamento heterogêneo, visando à instalação de uma vegetação que possua qualidade genética e fisiológica, considerando a adequação ambiental das propriedades rurais e a legislação pertinente. Tem por objetivo ainda ser centro referencial sobre RAD e Tecnologia de Produção de Sementes e Mudas. Para tal, deverá possuir um banco de dados constantemente atualizado pelas Instituições colaboradoras das Secretarias do Meio Ambiente Estaduais, em especial Universidades e Institutos de Pesquisa e empresas privadas.

 

Neste contexto, pretende-se que os CERADs propiciem um avanço considerável aos trabalhos de reflorestamentos dos estados, mostrando-se como o principal referencial sobre RAD para a comunidade, inclusive para instituições de ensino, prefeituras e órgãos governamentais, que poderão buscar subsídios para a adequada aplicação sobre os diferentes aspectos da recuperação ambiental,  propiciando um aumento significativo e real de áreas reflorestadas com aplicação de metodologias e técnicas adequadas aos diferentes biomas/ecossistemas ocorrentes nos diversos estados da Federação,  como exemplificado na Figura  abaixo,  com a situação para o Estado de São Paulo.

 

Os CERADs podem ser instalados em locais públicos ou privados, devido ao seu modelo de gestão através de OSCIP através de uma equipe multidisciplinar, incluindo pesquisadores científicos, engenheiros agrônomos e florestais, biólogos e pessoal de apoio.

 

Objetivos

 

· Produção de mudas para fins de reflorestamento heterogêneo;

· Apoiar e assessorar projetos de RAD e em especial o reflorestamento   ciliar;

· Ser referência para atendimento e transferência do conhecimento para a

  comunidade de modo geral acerca de RAD e da tecnologia de produção de

  sementes e mudas de espécies nativas florestais;

· Dar treinamento para formação de profissionais para atuar em RAD;

· Promover intercâmbio entre viveiristas e Instituições governamentais para

  promover a adequação na qualidade do reflorestamento ciliar.

 

       

                  Secador            Classificadora de Grãos     Mesa Gravitacional

 

                      

         Túnel de Ventilação               Germinador           Estufa de Secagem

 

Vista Interna de um Viveiro de Mudas

 

Equipe Lótus

Coordenação de Programa e Responsabilidade Técnica

 


MsC. Mauricio Augusto Rodrigues – CREA 5062040111

Mestre e  Doutorando em Biociências pela UNESP – Universidade Estadual Paulista “Julio de Mesquita Filho”

Engenheiro Agrônomo

 

Dra. Rosângela Peres Biruel   -  CRBio  39.631/01-D

Doutorado em Ecologia: Área de Ecologia e Recursos Naturais: UFScar- São Carlos

Mestrado em Agronomia: Área de Concentração: Produção e Tecnologia de Sementes. UNESP-Campus de Jaboticabal - SP.

Licenciatura Plena em Ciências Biológicas: Universidade Brás Cubas - Mogi das Cruzes.

Ronaldo Vergílio Pereira – CREA nº. 5061045312/D

Pós Graduado – Gestor Ambiental pela Universidade São Judas/SP

Extensão Universitária – Estatuto da Cidade pela FADISP – Faculdade Autônoma de Direito/SP

Bacharel em Geografia pela Pontifícia Universidade Católica / SP